E por aqui termino ansiosa pela sessao e aproveito para citar uma frase do filme que dedico às minhas queridas cobrasss! Adoro-vos!
NEM SEMPRE A VIDA CORRE COMO A SONHÁMOS POR ISSO SÓ A SUPORTAMOS TENDO AMIZADES VERDADEIRAS!
"As línguas têm sempre veneno para verter." (Jean Molière)
NEM SEMPRE A VIDA CORRE COMO A SONHÁMOS POR ISSO SÓ A SUPORTAMOS TENDO AMIZADES VERDADEIRAS!

CONVOCATÓRIA:
Caras Cobras, estamos sempre a falar da Rainha das cobras, da Cobra-mor, etc. No entanto, esta situação nunca foi realmente oficializada. Por esse motivo fica aqui este "textinho" para concluirmos esse processo eleitoral (eu sei cobras... é complicado escolher mas vamos lá decidir! lol). Que fique bem claro que não pretendo destituir ninguém desse lugar já muitas vezes assumido, até porque acho que não há motivos de preocupação por parte dessa cobra (o meu voto juntarei depois aos vossos nos comentários). 
Fala 
Jararaca

Jararaca

No entanto, há algo que me leva a esquecer o mau-humor e rabugice sentida logo de madrugada. Sim! Esse milagre só podia ser devido às FÉRIAS! Iuuuuuuuppppppppppiiiiiiiiii!!! Férias! Férias! Férias!

Pesquisa feita por Jararaca
Lembram-se disto cobras??? Pois é! A ideia partiu de uma seguradora canadiana que se lembrou de andar a comparar os signos de 100 000 condutores com o número de acidentes e multas.
Diz o mito que a Medusa era uma das três górgonas, filhas das divindades marinhas de Focis e Ceto. Ao contrário das suas duas irmãs, Medusa era mortal. No entanto, a sua efemeridade era compensada com os seus olhos flamejantes e um aspecto terrível. Tinha cabelos feitos de serpentes, dentes pontiagudos, mãos de bronze e asas de ouro. Quem a olhasse de frente seria imediatamente convertido em pedra.Pelos idos de 1990, ele não se lembra ao certo, um morador da cidade que estava doente requisitou a fabricação da bebida, com o fim de que, acreditava o enfermo, curasse seu problema de gota. “Não sei quem disse pra ele que curava. Mas como ele iria me pagar, eu fiz”, conta Los. “Acharam duas jararacas e me trouxeram. Cortei dois centímetros para baixo da cabeça e dois centímetros do rabo e coloquei cada uma numa garrafa com cachaça. Ele comprou uma e a outra ficou no bar.” Apesar de não ter visto se o senhor de fato tomou a bebida, Los decidiu, meio que por insistência, que iria vender a tal pinga. Afinal, o tal senhor continuava vivo e a cachaça não teria causado mal algum a ele.
Numa tarde, apareceram dois motoqueiros no bar e viram a bebida no balcão. “Na hora, eu quis recusar. Mas depois, como eles insistiram, eu fiz um copo para cada. Quando eles saíram, olhei o céu pela janela e pensei: agora está na mão de Deus!”, disse ele, preocupado que um possível resquício do veneno pudesse fazer mal aos dois.No dia seguinte, para alívio do comerciante, os dois motoqueiros reapareceram no bar e voltaram a pedir a bebida. “Depois daquilo, cada vez mais pessoas iam ao bar só pra tomar a pinga”, diz Los.
O Bar do Nunes foi se tornando, então, conhecido pela cachaça à base de cobra. Situações estranhas e constrangedoras por causa da bebida é o que Los mais tem para contar. Segundo ele, reza a lenda que a pinga de cobra ajuda homens com impotência. “Vai ver que o problema do outro lá não era gota. Já vi muita mulher aqui pedindo pro marido tomar”, divirte-se Los.

